Ela lança, eu quero... vem ai Minha vida não tão perfeita



Sophie Kinsella, saudades amiga, esta com um novo livro pela Editora Record e eu não podia deixar de divulgar, é muito amor! Se eu quero? Pra ontem!!!!!!!!!


Sinopse: "Cat Brenner tem uma vida perfeita: mora num flat em Londres, tem um emprego glamoroso e um perfil supercool no Instagram. Ah, ok... Não é bem assim... Seu flat tem um quarto minúsculo – sem espaço nem para guarda-roupa –, seu trabalho numa agência de publicidade é burocrático e chato, e a vida que compartilha no Instagram não reflete exatamente a realidade. E seu nome verdadeiro nem é Cat, é Katie. Mas um dia seus sonhos se tornarão realidade. Bom, é nisso que ela acredita até que, de repente, sua vida (não tão) perfeita desmorona. Demeter, sua chefe bem-sucedida, a demite. Tudo o que Katie sempre sonhou vai por água abaixo, e ela resolve dar um tempo na casa da família, em Somerset. Em sua cidadezinha natal, ela decide ajudar o pai e a madrasta com a nova empreitada do casal: os dois planejam transformar a fazenda da família em um glamping, uma espécie de camping de luxo e estão muito empolgados com o novo negócio, mas não sabem muito bem por onde começar. E não é justamente lá que o destino coloca Katie e sua ex-chefe cara a cara de novo? Demeter e a família vão passar as férias no glamping, e Katie tem a chance de, enfim, colocar aquela megera no seu devido lugar. Mas será que ela deve mesmo se vingar da mulher que arruinou sua vida? Ou apenas tentar recuperar seu emprego? Demeter – a executiva que tem tudo a seus pés – possui mesmo uma vida perfeita ou, quem sabe, as duas têm mais em comum do que imaginam? Porque, pensando bem, o que há de errado em ter uma vida (não tão) perfeita?"

O livro esta em pré venda, com data de lançamento oficial para 31/05 é mais um livro que vai para a listinha de preciso URGENTEMENTE comprar, afinal livro da Sophie sempre é uma dose de ânimo!

Pré venda:

E eu assisti... A cabana



Demorou, mas finalmente fui ao cinema ver o filme A cabana, produzido pelo estúdio Paris filmes e dirigido por Stuart Hazeldine, o longa adaptado do livro de William P. Young  conta a história de Mack, um homem que vive atormentado pela culpa e raiva após o desaparecimento e morte da filha caçula, Missy de apenas 5 anos. A perda de Missy o devastou e deixou marcas na família toda.

Descrente de Deus e de tudo mais, Mack recebe um convite, uma carta deixada em sua caixa de correio para se encontrar com “Papai”, apelido que sua esposa Nan usa para designar Deus. O local escolhido não poderia ser mais doloroso para Mack quanto a cabana, a cabana em que confirmou-se a morte de Missy.
Atormentado e com sede de vingança Mack parte para o encontro e “dá de cara” com ninguém menos que Deus, Jesus e o Espírito Santo, aqui protagonizados por uma mulher (Octavia Spencer), um carpinteiro (Avraham Aviv Alush) e uma oriental (Sumire Matsubara). Cada um deles tem algo a ensiná-lo sobre fé, perdão e amor.
 
Assim como Mack, em muitas vezes nos distanciamos de Deus por nos consideramos injustiçados e por não entendermos os desígnios do Senhor ou o porquê de nossas provações, criamos dentro de nós um sentimento de traição e mágoa que nos corrompe, traz a Grande Tristeza como o filme trata e em uma linguagem sensível e condensada “A cabana” nos faz o resgate da fé.

Tratando de temas particularmente difíceis e dolorosos, o filme não tem apelo religioso, ele tem um apelo de fé, de entendimento, de busca pela compreensão. De forma bem leve e descontraída, incluindo a desconstrução de Deus, o filme explica o regimento da fé e qual a importância da crença na vida humana.


Cheio de momentos emocionantes e consequentemente de lágrimas, A cabana foi um filme que me despertou emoções, me fez parar e pensar em minhas atitudes, julgamentos e por que não falar também na minha própria briga com Deus e com a fé, todos temos nossos momentos de frustração e dor, mas é importante estar aberto para curar essa dor e não deixar que ela te sugue.


 Claro que nem sempre é fácil encontrar resiliência e entendimento quando estamos em sofrimento, mas como em todo o momento o filme passa a mensagem, você não esta sozinho em sua dor, nem em sua alegria, nem em seus momentos de maior desespero, sempre há um Deus de bondade e amor ao seu lado, sofrendo e se alegrando contigo.

Resenha Ligeiramente Perigosos



Ligeiramente Perigosos
No início era apenas antipatia, mas logo eles foram dominados por uma impetuosa paixão
Os Bedwyns # 6
Mary Balogh
Arqueiro, 2017

Sinopse: Aos 35 anos, Wulfric Bedwyn, o recluso e frio duque de Bewcastle, está ávido por encontrar uma nova amante. Quando chega a Londres, os boatos que correm são os de que ele é tão reservado que nem a maior beldade seria capaz de capturar sua atenção.
Durante o evento social mais badalado da temporada, uma dama desperta seu interesse: a única que não tinha essa intenção. Christine é impulsiva, independente e altiva – uma mulher totalmente inadequada para se tornar a companheira de um duque. Ao mesmo tempo, é linda e muito, muito atraente.
Mas ela rejeita os galanteios de todos os pretendentes, pois ainda sofre para superar as circunstâncias pavorosas da perda do marido. No entanto, quando o lobo solitário do clã Bedwyn jura seduzi-la, alguma coisa estranha e maravilhosa acontece. Enquanto a atração dela pelo sisudo duque começa a se revelar irresistível, Wulfric descobre que, ao contrário do que sempre pensou, pode ser capaz de deixar o coração ditar o rumo de sua vida.
Em Ligeiramente Perigosos, o sexto e último livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh conclui a saga desta encantadora família em uma trama repleta de cenas sensuais, tiradas espirituosas e personagens à frente de seu tempo. Ao unir um homem e uma mulher tão diferentes, ela mostra que o resultado só poderia ser um par perfeito.

Wulfric, finalmente Wulfric... Eu realmente estava ansiosa para ler a trama dele, o senhor de gelo, o rei do monóculo, aquele que ao mesmo tempo protegia e aterrorizava, que impunha, que detinha, o sem coração, o fechadão, aquele que deixou ver uma pontinha de esperança ao abraçar Alleyne. Cara eu queria muito esse livro!

E Mary Balogh não poderia ter escolhido uma personagem feminina mais ideal e menos provisória para ele: Christine Derrick, a bela viúva nada convencional. Christine é totalmente o oposto de Wulfric, enquanto ele é quieto, ela é faladeira, enquanto ele é austero, ela é um bálsamo de divertimento: brincalhona, sorridente, um pouco atrapalhada, tudo que Wulfric não deseja para si, nem para seu ducado. Claro que quando se encontraram aquela velha música “Oi tudo bem? A gente ficou, coração gostou...” nunca fez tanto sentido quanto nessa trama. Wulfric, o magnata ouvindo um não? Apaixonei!

"Ela antipatizava intensamente com o duque de Bewcastle. Mais do que isso, sentia imenso desprezo por ele e por tudo o que ele representava. Também sentia um pouco - muito pouco - de medo dele, embora preferisse ser torturada a admitir aquilo para qualquer outro mortal." p. 73

Christine é uma jovem viúva, mas que pelos costumes da época já seria considerada uma velha e, portanto deveria estar enfrentando com resignação os anos que ainda restariam, amargando a tristeza... não a nossa Christine, ela tem uma vida para si, sem grandes luxos, mas com grandes realizações: aulas para crianças, o convívio feliz com a família, o carinho de todos, apesar de um pouco atrapalhada em alguns momentos, ela é divertida e muito carismática, impossível não torcer um bom tanto por ela.

Christine tem seu passado sofrido, suas próprias amarguras, suas dificuldades e isso só vai ficando claro aos poucos, por isso é impossível não querer descobrir seus segredos! Não é que ela use uma máscara ou algo parecido, mas como uma mulher que sofreu prefere a reserva, e essa reserva também é um estopim para Wulf que de forma nenhuma esta acostumado a lidar com isso.

A trama é muito boa, ver cada amarra de Wulfric, cada muralha que durante tantos anos ele construiu por conta do ducado, das responsabilidades com os irmãos, ir caindo pouco a pouco não apenas por causa de uma mulher, mas por causa do amor por uma mulher foi realmente lindo, emocionante em alguns pontos a meu ver. A austeridade de Wulfric comparada a espiritualidade jovem de Christine foi aquele balanceamento que ambos precisavam.

Os dois começam como cão e gato, prontos pro ataque, duas almas tão diferentes, duas realidades distintas, duas criações diferentes e que aos poucos vão cedendo ao que sentem, o perigo esta justamente ai, em ceder, em cair em tentação, em deixar tudo o que tem como certo e se arriscar em prol de um sentimento.

"A Sra. Derrick espalhava luz, apesar das sombras que ele vira nela de relance. E, por mais que não desejasse, Wulfric ainda estava fascinado por aquela luz." p. 105

Eu realmente não poderia ter imaginado um melhor final para Wulfric nem para a série, em ambas situações Balogh surpreendeu por transformar o “patriarca” da família mais amada de toda Londres em um homem com sentimentos e ao mesmo tempo conseguiu reunir todos em momentos divertidos e familiares, criando aquela boa familiaridade, aquele ar de reunião familiar que a gente ama em série.

Não dá para não se apaixonar por esse livro, Balogh é uma autora que sabe lidar com as palavras e as emoções. Wulf é tido como um lobo, como seu próprio nome já diz, mas agora com a debandada dos irmãos esse lobo esta solitário e precisa compreender que por traz do duque ainda existe um homem, um homem que pode e merece ser feliz, mas que para isso precisa de uma mulher que o desafie e instigue, que o faça renascer e essa mulher é justamente Christine, por sua jovialidade, espiritualidade. Ao mesmo tempo em que narra seu romance, Balogh nos faz amar um pouco mais o duque, nos permite entrar na carapaça dele e finalmente torcer pelo final feliz daquele que acompanhamos desde o inicio com certas reservas, mas saiba que ao final terminaremos suspirando por ele. É o fechamento perfeito da série, simplesmente amei e posso dizer que já estou com saudade dos Bedwyns!

Novo conceito lança...



 Novidades maravilhosas da Editora Novo Conceito







Taylor Edwards nunca se sentiu importante, muito menos alguém que se destaca.
Além disso, ela tem a estranha mania de fugir quando as coisas ficam meio complicadas. No dia do seu aniversário, Taylor recebe uma terrível notícia: o pai dela está muito doente. Ela até tenta fugir novamente, mas agora sua família precisa de toda ajuda e união possível.
Então eles tomam a seguinte decisão: passar o verão juntos na casa do lago.
Taylor não vai à casa do lago, onde ela e a família passavam o verão, desde que tinha doze anos, e ela definitivamente nunca planejou voltar. No lago Phoenix, ela reencontra sua ex- melhor amiga, Lucy, e Henry Crosby, sua primeira paixão.
De repente, Taylor se vê cercada por lembranças que preferia ter deixado no passado. Apesar do medo e de querer fugir mais do que tudo, a única coisa que resta a ela é ficar com seu pai e enfrentar os dias da melhor maneira possível.
Nesse verão em família, vivendo momentos tristes e felizes ao mesmo tempo, Taylor percebe que ela tem uma segunda chance de refazer laços familiares e até, quem sabe, poder viver um grande amor.
Um verão para recomeçar é um notável romance sobre esperança, amor e superação.
 
Amizade entre garotas pode ser intensa e, no caso de Mia e Lorrie Ann, não há dúvidas de que isso é verdade. À medida que crescem, a vida de Mia e Lorrie Ann é preenchida com praia, diversão e passeios ao shopping. Por outro lado, como toda amizade, há conflitos e dores. Mia e Lorrie Ann convivem há muito tempo e possuem personalidades opostas. Mia é a bad girl , vivendo em uma família problemática. Lorrie Ann é linda e amável, quase angelical, e tem uma família que parece ter sido arrancada de um conto de fadas. Mas, quando uma tragédia acontece, a vida perfeita sai fora de controle...

 
A vida de Heidi com o filho Abbot tornou-se um jogo para manter viva a memória de Henry, bom pai e marido exemplar. Manter uma vida normal em um mundo em que Henry não existe mais está cada dia mais complicado. Heidi precisa lidar com o filho que se tornou um verdadeiro maníaco por limpeza e com a sobrinha Charlotte, uma adolescente problemática.
Uma casa em Provence, na França, que pertence à família de Heidi há gerações, é rica em histórias de amor e surpreendentes coincidências. Heidi e sua irmã mais velha, Elysius, passavam os verões lá quando crianças, com sua mãe. Mas a casa, as lembranças e os segredos de Provence haviam ficado no passado, mas agora, com o incêndio na propriedade, a casa precisa ser salva por Heide. Ou será que é Heide que precisa ser salva pela casa?
Uma história de recomeço, amor e esperança em face à perda, onde uma pequena casa na zona rural do sul da França parece ser a responsável por curar corações partidos há anos.

Coloca na sua agenda que tem evento!




Mais um lançamento imperdível! Thalita Rebouças lança seu novo livro “Confissões de um garoto tímido, nerd e (ligeiramente) apaixonado” e vai ter sessão de autógrafo, por isso galera do Rio de Janeiro se liga, coloca na agenda e compareça em peso para prestigiar essa autora e esse livro maravilhosos!


Mas Thaila, amiga, eu não sou do Rio, e ai?
Tem problema não, tem outro evento maravilhoso rolando por várias regiões do Brasil e regiões metropolitanas! Dia do Orgulho Nerd! E você esta convocado!!!!


Se você curtiu, ta próximo da sua cidade clica no link e confere todos os detalhes da programação e do evento em si e programe-se para se divertir muito!!!!

 

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